O ácido tranexâmico é um ativo que ganhou espaço nos cosméticos para manchas. Em produtos de uso tópico, ele aparece como clareador porque atua na produção de melanina, o pigmento que, em excesso, forma as manchas escuras.
Na página do Ozonio-OX Ozon Clear, por exemplo, o ácido tranexâmico é descrito como um ativo que inibe a síntese de melanina por meio da redução da atividade da tirosinase, além de ter a capacidade de quelar o ferro da hemossiderina, contribuindo para o clareamento da pele.
O ácido tranexâmico costuma estar em fórmulas voltadas a manchas mais persistentes, como o melasma, e também a marcas pós-inflamatórias e manchas ligadas ao sol. Ele raramente aparece sozinho: as fórmulas clareadoras normalmente reúnem vários ativos que atuam em etapas diferentes da formação do pigmento.
Vale lembrar que o melasma tende a voltar quando a proteção solar falha. Por isso, nenhum sérum clareador funciona bem sem o protetor solar diário. O cuidado com as manchas é contínuo: mesmo depois que a pele clareia, a proteção e a rotina de manutenção continuam importantes para evitar que as manchas voltem.
Quem usa um sérum clareador precisa de proteção solar todos os dias. Uma opção que combina proteção e cuidado com as manchas é o Cosmoblock Blur M FPS 75, protetor com cor com FPS 75 e PPD 30, que informa proteção contra UVA, UVB e luz visível e é indicado na página para o cuidado de melasma, cloasma e hiperpigmentação pós-inflamatória. Para quem prefere sem cor, o Vulcan Ice Clarydefense Fluid FPS 75 é um fotoprotetor dermoclareador incolor com FPS 75 e PPD 30.
Alguns cenários pedem avaliação profissional antes de começar ou mudar um tratamento clareador:
O profissional pode indicar a combinação de produtos, a frequência e, se for o caso, procedimentos complementares.
Cada pele reage de um jeito, e manchas, sensibilidade ou irritação merecem avaliação individual. Para montar ou ajustar a sua rotina, o ideal é ter o acompanhamento de um dermatologista.
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